sábado, 23 de dezembro de 2006
É que o Natal esse ano chegou cedo demais.
Sorria, você está sendo filmado por
Cláudia Dezorzi.
, exatamente à(s)
19:49:00
2
pessoa(s) pega(s) em flagrante.
domingo, 17 de dezembro de 2006
O Natal nunca mais vai ser o mesmo.
Eu vivo esperando pelo Papai Noel que não vem mais. Justificaria dizer que acabou a gasolina do trenó, ou que pifaram as pilhas das renas?
O pior é que às vezes o velhinho até vem, mas nunca igual. Menos barbudo, menos espontâneo e alegre, e menos com cara de Natal. Talvez porque antes eu acreditava nele. Não me lembro, aliás, qual foi o momento em que descobri que o barbudo não era realmente barbudo. Acho que apaguei esse fato da memória, não deve ter sido um dia muito divertido. Quando se é criança, a magia do Natal é inigualável. A gente já enfeita o pinheiro - uns dois meses antes - com um sorriso estampado no rosto, imaginando o que vem pela frente. Já aproveita e se enfeita também (e acaba que a gente fica até parecido com o pinheiro de Natal), e espera o caminhão da Coca-Cola passar prá cantar junto "o Natal vem vindo, vem vindo o Natal". Esses dias eu tava no ônibus e esses caminhões pararam a uns 3 metros de distância, e eu fiquei tentando lembrar do tempo em que eu saía correndo prá rua prá vê-los. Hoje as coisas perderam a graça, ficou tudo mais simples e mais real, e ficou mais fácil decidir o quê eu considero importante ou não. Prá mim, Natal é como religião. É como a fé, e a minha fé, decidi há algum tempo, que está na minha família, e em mais nenhum lugar. É por isso que Natal, se não for passado com a família, não tem a mínima cara de Natal. Nunca passei essas festas de fim-de-ano longe da minha família, e acho que vai ser tão triste quando, um dia, o dia 24 nascer e eu não puder desejar um Feliz Natal prá eles...
porque daí sim o Natal nunca mais vai ser o mesmo, e daí sim eu vou precisar mais ainda da fé que tenho neles.
Hasta la vista, babe!
¹ www.fotolog.net/claudinhad
² www.claudinhaa.flogbrasil.terra.com.br
³ http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=13796873093155351261
© Todos os direitos reservados.
O pior é que às vezes o velhinho até vem, mas nunca igual. Menos barbudo, menos espontâneo e alegre, e menos com cara de Natal. Talvez porque antes eu acreditava nele. Não me lembro, aliás, qual foi o momento em que descobri que o barbudo não era realmente barbudo. Acho que apaguei esse fato da memória, não deve ter sido um dia muito divertido. Quando se é criança, a magia do Natal é inigualável. A gente já enfeita o pinheiro - uns dois meses antes - com um sorriso estampado no rosto, imaginando o que vem pela frente. Já aproveita e se enfeita também (e acaba que a gente fica até parecido com o pinheiro de Natal), e espera o caminhão da Coca-Cola passar prá cantar junto "o Natal vem vindo, vem vindo o Natal". Esses dias eu tava no ônibus e esses caminhões pararam a uns 3 metros de distância, e eu fiquei tentando lembrar do tempo em que eu saía correndo prá rua prá vê-los. Hoje as coisas perderam a graça, ficou tudo mais simples e mais real, e ficou mais fácil decidir o quê eu considero importante ou não. Prá mim, Natal é como religião. É como a fé, e a minha fé, decidi há algum tempo, que está na minha família, e em mais nenhum lugar. É por isso que Natal, se não for passado com a família, não tem a mínima cara de Natal. Nunca passei essas festas de fim-de-ano longe da minha família, e acho que vai ser tão triste quando, um dia, o dia 24 nascer e eu não puder desejar um Feliz Natal prá eles...
porque daí sim o Natal nunca mais vai ser o mesmo, e daí sim eu vou precisar mais ainda da fé que tenho neles.
Hasta la vista, babe!
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Cláudia Dezorzi.
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