quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Todas as formas de se dizer parabéns.

Como é gostoso receber
um abraço apertado,
um carinho delicado,
um sorriso amigo,
um beijinho estralado.
Ou até um "te amo", meio desconcertado.
Um elogio verdadeiro.
Uma cartinha emocionante
ou um doce de brigadeiro.
Uma surpresa,
uma compressa,
um cuidado e um afago.

Entre carinhos e lembrancinhas, me senti muito querida nesse dia 09 de setembro, e nada melhor do que levantar o humor e a auto-estima no dia em que se está ficando um ano mais próxima de deixar de tê-los. A todos que fizeram desse dia um momento especial pra mim, desejo felicidades triplicadas, mas sempre sempre divididas com os outros.

Um abraço de tirar o fôlego em cada um de vocês.

domingo, 7 de setembro de 2008

Any-versário

Sei que demorei pra voltar. Não me culpem. Ou melhor, culpem sim, porque devo isso principalmente à preguiça. Mas voltei especialmente pra agradecer a quem veio pro churrasquinho de comemoração dos 21 anos desta que vos escreve. Fiquei muito muito feliz com a presença das pessoas mais amadas do mundo, que fizeram do meu sábado um dia mais gostoso.

Recapitulando agora, depois de ter aproveitado a festa e recebido o carinho dos amigos, entendi enfim porque eu não gosto de fazer festas de aniversário. Qualquer um adoraria ser o centro das atenções nessa data querida, mas não eu. Me sinto mais o centro das tensões. Fico agoniada porque tem dezoito pessoas super fofas e adoradas no salão-de-festas e eu não consigo dar atenção pra nenhuma delas! Sensação de impotência. :/ Todo mundo aí pra te ver e é como se você não estivesse lá, porque não consegue parar e conversar, fica só andando pra lá e pra cá pa ver se está tudo certo, tudo dentro do protocolo, cerveja gelada, carne não queimada...

E a hora do parabéns então! Misericórdia, é sempre uma dificuldade pra apagar uma vela, e todo mundo te olhando, e você lá, tentando, gastando o fôlego, mas a danada insiste em voltar.




Definitivamente não é meu tipo de festa favorito. Só o que torna ela um pouquinho mais fácil é a presença dos meus queridos (e claro que não tinha como ser todos, porque diferentemente do carinho que sinto, o espaço do salão-de-festas é minúsculo...). Aliás, é esse pra mim o único objetivo de uma festa de aniversário. Quer dizer, fora os presentes, claro, que não vou ser hipócrita de negar que me sinto super feliz de recebê-los. E por falar neles, adorei-os!

Um me surpreendeu logo no início da tarde, enquanto eu dormia. Veio cheiroso e colorido, numa cesta arrumada, acompanhada de bombons recheados de licor de cereja. Tocou o interfone, me fez descer pra receber a encomenda da floricultura e despertar um sorrisão de orelha a orelha ao abrir o cartão e descobrir que o autor do crime era quem dormia ao meu lado :D Momento especial.

O outro foi um CD com músicas escolhidas e com um manual de instruções (ou seja, as justificativas e as recomendações de como ouví-las). Me fez lembrar de um presente* que certa vez eu entreguei. Gostei imensamente. Afinal... de que adianta presentear com música se não for para tentar transmitir o sentimento que se teve ao ouví-la? Claro que cada um sente diferente, mas é muito bom saber que a famosa "intenção", que é o que vale, foi trazer ao presenteado a mesma sensação que a sua :)

Enfim, este presente eu vou ouvir hoje, em silêncio, com a perícia dos meus 21 anos, conforme a recomendação do manual.

*Fica aqui a recomendação que uma vez eu fiz ao dar de presente o CD "9", de Damien Rice: Para um momento mágico, na primeira vez que você for escutá-lo, faça-o ao pôr-do-sol amarelado de um fim-de-tarde de outono, com o sol encharcando e esquentando seu rosto. Sensação inexplicável.

OBS final: fazia mais de um ano que eu não escrevia um post decente pra esse blog! Tá vendo como as coisas/pessoas que gostamos não morrem? Só permanecem um tempinho ausentes. Mas isso já é pano pra outra manga, e assunto para outro post, que espero que não seja daqui a mais um ano... xD